Publicação Cadernos Cemarx n.9 – Dossiê sobre a atualidade do pensamento de Marini

Segue link o último número dos Cadernos Cemarx (n.9), no qual foi publicado dossiê sobre a atualidade do pensamento de Ruy Mauro Marini, organizado pela Maíra Bichir, pela Mirella Rocha e por mim. Algu@s do GT-TMD participaram como pareceristas, segue o resultado:

Cadernos Cemarx, n.9 (2016)

Os artigos publicados são

O legado de Ruy Mauro Marini para as Ciências Sociais: a economia política do capitalismo dependente
Carlos Eduardo Martins
Hipótese a respeito da extensão da superexploração do trabalho no capitalismo avançado desde a perspectiva da teoria marxista da dependência
Adrián Sotelo Valencia
Marini y la cuestión del Estado
Iván López Ovalle, Mateo Crossa Niell
Ruy Mauro Marini y el subimperialismo brasileño en Bolivia y Paraguay en el siglo XXI
Fernando Carnebia Lopez, Rafael Teixeira de Lima
Os movimentos estudantis na América Latina [Ruy Mauro Marini]
Trad.: Jonathan Henri Sebastião Jamounth

Seminário “A Revolução em Imagens” – UFRJ

o Memória, Arte e Sociedade Jessie Jane Vieira, da Decania do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, convida para o Seminário “A Revolução em Imagens”, em 07/06/2017 às 9h, no Auditório Manoel Maurício, localizado no Campus da Praia Vermelha (Av. Pasteur, 250). Solicitamos ampla divulgação junto à sua Unidade.

Segue, em anexo, a programação.

Simposio Teoría Marxista de la Dependencia en las XJEC

Invitamos a participar del simposio sobre TMD en las X Jornadas de Economía Crítica.

7,8 y 9 de septiembre de 2017
Universidad Nacional de General Sarmiento

Eje 5. Contribuciones al pensamiento económico crítico
Simposio 5.1. Teoría Marxista de la Dependencia. Aportes a la construcción del cambio social.
Coordina:
Grupo de Trabajo sobre Teoría Marxista de la Dependencia de la SEC (GT-TMD-SEC): Mariano Féliz (CIG; IdIHCS-CONICET; UNLP); Francisco Cantamutto (IDAES-UNSAM; CONICET; SEC); Agostina Constantino (IDAES-UNSAM; CONICET; SEC); Mariano Treacy (UNGS); Ariel Slipak (OMET-UNM; UBA; SEC), y Paula Belloni (LESET-UNLP).

La teoría de la dependencia, en especial en su versión marxista, ha realizado importantes aportes a pensar el capitalismo en la periferia (siendo Ruy Mauro Marini y Vania Bambirra dos de sus más destacados exponentes). En articulación con la teoría del imperialismo (desde los aportes de Lenin y Rosa Luxemburgo en adelante) y los nuevos aportes vinculados al nuevo imperialismo (con David Harvey como impulsor), y las perspectivas desde el feminismo (los aportes de Silvia Federici, Jules Falquet, Raquel Gutierrez Aguilar y Alejandra Santillana, entre otras, son claves en este respecto para repensarlo) y el ecologismo (con Elmar Altvater, por citar un ejemplo), este abordaje renovado tiene mucho que decir a la hora de pensar los límites de la sociedad capitalista y la necesidad y posibilidades de un cambio radical en perspectiva socialista y a partir del protagonismo popular. Estos debates son de especial significación en una era donde el capitalismo en el centro atraviesa una crisis estructural y el capital a escala global enfrenta una crisis civilizatoria. La teoría marxista de la dependencia ha provisto un planteo sistemático y riguroso, histórica y geográficamente situado, de la lógica del capitalismo en la periferia, sus particularidades y limitaciones. Discusiones claves en la etapa actual del capitalismo transnacionalizado involucran la particular forma de inserción del capitalismo dependiente en la nueva era, las formas que asume el imperialismo y el subimperialismo (con Brasil y China como ejemplos paradigmáticos), el lugar del Estado periférico, las trampas abiertas por el neoliberalismo y por las experiencias neodesarrollistas, las estrategias económicas (pero también políticas) para la superación de la dependencia, las modalidades de la super-explotación de la fuerza de trabajo, pero también el saqueo de las riquezas naturales y las distintas formas de opresión hacia las mujeres y las disidencias de género. Estas lecturas desde una mirada en la periferia, desde el campo del marxismo, invitan a problematizar la articulación e intersección entre distintas formas de explotación y opresión que operan para reproducir de manera ampliada la dependencia. Este simposio invita a todas y todos lxs que deseen contribuir a estos debates de trascendencia para los pueblos en este siglo que se abre.

Información importante
La fecha límite para la entrega de trabajos completos es el día viernes 7 de julio de 2017.
Información relevante para la entrega de los trabajos:
1. Todos los trabajos que se presenten deben cargarse en el formulario hecho para tal fin y que se encuentra disponible en el siguiente link:
https://goo.gl/forms/P00WPL0frtaAWmbs1

2. Todos los trabajos que se presenten deben respetar los requisitos de formato para que sea viable su publicación en actas. Los requisitos de formato se encuentran disponibles en el siguiente link:
http://jornadaseconomiacritica.blogspot.com/p/requisitos-para-la-presentacion.html

3. Todos los trabajos que se presenten deben inscribirse dentro de un eje o simposio. Una descripción y justificación de cada uno de los ejes y simposios que se desarrollarán en esta X JEC puede encontrarse en el siguiente link:
https://tinyurl.com/kpf4gwf

X JEC – Simposio TMD.docx

Iela Boletim do IELA

Divulga IELA

Se você não consegue visualizar esta mensagem, clique aqui e leia o site do IELA.
divulga%20iela.png?sequence=1&isAllowed=y

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) | Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA)
www.iela.ufsc.br – 22/05/2017 – Edição 006

Vivemos um momento extraordinário

Entrevista com o economista e presidente do IELA, Nildo Ouriques. Continue a leitura »»

Mudar o sistema para mudar a educação

Jornadas Bolivarianas discutiram o papel da educação e da ciência. Continue a leitura »»

O Brasil, os criminosos e a América Latina

As novas denúncias permitem o protagonismo da população organizada. Continue a leitura »»

Quem carregará o féretro?

Texto de Paulo Alves de Lima Continue a leitura »»

Estatísticas sobre América Latina

Portal foi lançado nas Jornadas Bolivarianas Continue a leitura »»

Revista Brasileira de Estudos Latino-Americanos

Conheça e submeta seus textos Continue a leitura »»

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Reunião do GT-TMD no XXII ENEP

Durante o XXII Encontro Nacional de Economia Política – que ocorrerá na próxima semana na Unicamp -, além do mini-curso do GT-TMD sobre "Estado, capitalismo dependente e movimentos sociais" (ministrado por Carlos Eduardo Martins, no dia 30/05, das 8:30 às 12:30) e das apresentações de artigos e comunicações de membros deste GT, haverá também a reunião anual de organização do GT-TMD/SEP, prevista na programação para o dia 31/05, das 14hs às 17hs (sala a confirmar).

Dando continuidade às discussões e aos avanços realizados em nossos últimos encontros, em particular na reunião do ano passado (seguem em anexo as memórias dos encontros realizados em 2015 e 2016), a pauta fundamental desta nossa próxima reunião será:

i) breve apresentação do trabalho do GT-TMD desde sua fundação até o momento (2012-2017);
ii) transição da coordenação geral do GT-TMD;
iii) consolidação e funcionamento da coordenação coletiva do GT-TMD;
iv) formação e informe de atividades de grupos locais sobre TMD;
v) retomada do projeto de Cadernos do GT-TMD;
vi) atividades de formação militante;
vii) página do GT-TMD (www.imperialismoedependencia.org);
viii) outras propostas de atividades;
ix) outras propostas de tema para discussão e/ou deliberação.

A pauta certamente é extensa e está em ordem de prioridade para a ocasião da reunião, sendo as três primeiras prioritárias no momento. As pautas previstas que por ventura não chegarem a ser tratadas na reunião presencial poderão ser articuladas pela coordenação coletiva e também através da lista.

MemóriaReuniãoGT-SEP-TMD_XX ENEP – UNILA.docx

MemóriaReuniãoGT-SEP-TMD_XXI ENEP – UFABC.docx

Mini-curso do GT-TMD no XXII ENEP – Campinas 2017

Entre os dias 30 de maio e 02 de junho, irá ocorrer o XXII Encontro Nacional de Economia Política, no Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas.

Como parte da programação do ENEP, o GT Teoria Marxista da Dependência organizou o minicurso "Estado, capitalismo dependente e movimentos de resistência" com Carlos Eduardo Martins.

O minicurso irá ocorrer no dia 30 de maio (terça-feira), das 8:30hs às 12:30hs (sala a confirmar).

Convidam-se todos que estarão no evento a participar.

Abaixo, segue o folder do evento.

Aulas sobre América Latina – pós-graduação América Latina – gravações disponíveis

professor Waldir Rampinelli - a história das lutas

Oferece-se este semestre uma disciplina, de forma coletiva, pelos professores Waldir Rampinelli, Nildo Ouriques, Roberta Traspadini, Lauro Mattei, e mediação de Beatriz Paiva na pós- graduação de serviço social da UFSC sobre América Latina.

O IELA, tem realizado a tarefa de divulgar as aulas. O primeiro módulo já está disponível em:

http://www.iela.ufsc.br/veias-abertas/noticia/historia-das-lutas-na-america-latina

Artigo sobre a economica política do investimento estrangeiro na A.L.

Artigo de Andrew Higginbottom :

The Political Economy of Foreign Investment in Latin America

Dependency Revisited

Abstract

Examination of foreign investment inflows, stock, and outgoing profit flows from Latin America in the neoliberal period shows that the basic tenet of the dependency thesis still holds: there is a huge and underreported transfer of surplus value out of the continent. European capital has overtaken U.S. capital as a source of investment, and within the Andean region there are two distinct groups of countries with regard to investment regime: the Andean nations of the Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (Bolivia, Ecuador, and Venezuela), which have succeeded in increasing the proportion of surplus profits retained in their national economies against that part captured by international capital, and their non-ALBA neighbors. A new dialectic of domination and dependency is at work, with the focus on contesting bilateral free-trade agreements and investment treaties.

Un análisis de la inversión extranjera, las acciones y el flujo de beneficios externos producidos en América Latina durante el período neoliberal muestra que aún se mantiene el principio básico de la tesis de la dependencia: hay una enorme transferencia de plusvalía fuera del continente, una buena parte de la cual no se reporta. El capital europeo ha superado al capital estadounidense como fuente de inversión y, dentro de la región andina, hay dos grupos de países con distintas estrategias en relación al régimen de inversiones: en el primero están los miembros de la Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (Bolivia, Ecuador y Venezuela), que han logrado aumentar la proporción de excedentes retenidos en sus economías nacionales en relación a la parte capturada por el capital internacional; en el segundo, sus vecinos que no pertenecen a ALBA. Aquí se está desarrollando una nueva dialéctica de dominación y dependencia centrada en la disputa alrededor de acuerdos bilaterales de libre comercio y tratados de inversión.

Higginbottom – Political Economy of Foreign Investment.pdf

Chamada de Trabalhos – Dossiê – Cadernos CEMARX n. 10

DOSSIê /MARXISMO, SEXUALIDADE E GêNERO/

A discussão do marxismo sobre questões relacionadas à sexualidade e ao
gênero não é nova. Como movimento teórico e político, o marxismo
sempre participou das disputas que alimentam tais questões e, ainda
que de maneira controversa (por muitas vezes apresentar leituras
economicistas sobre o tema), foi uma das principais correntes que
embasaram o desenvolvimento das análises sobre gênero e sexualidade a
partir dos 1970. Contudo, o contexto político, econômico e cultural de
cada época parece refletir em um maior ou menor resgate de tal
temática, comportando diferentes ritmos de produções teóricas. O
fortalecimento da pauta da sexualidade e de gênero, a emergência de
diversos movimentos LGBT e feministas nas últimas décadas, assim como
o fato desse maior florescimento ter se dado em um contexto de crise
econômica e política mundial impelem o marxismo a construir novas
contribuições que lhe são próprias. Continue lendo “Chamada de Trabalhos – Dossiê – Cadernos CEMARX n. 10”

Subimperialismo: revisión de un concepto y aplicación actual

Las características del subimperialismo fueron estudiadas por Marini en su exposición de la teoría de la dependencia. Ese concepto suscitó controversias en la década del 70 y ha sido reconsiderado en los últimos años. ¿Tiene relevancia y utilidad? ¿Cómo se aplicaría en el contexto actual?

La categoría tiene especial vigencia para una región con prolongados escenarios de guerra como el mundo árabe. Esos conflictos involucran a potencias centrales (Estados Unidos, Francia, Inglaterra) y en recomposición (Rusia), junto a varios actores locales (Turquía, Arabia Saudita, Israel, Irán).

Ese conglomerado ha intervenido en confrontaciones que desembocaron en una tragedia sin límites. La responsabilidad de Estados Unidos salta a la vista. Anhela la apropiación del petróleo y el control de áreas estratégicas del comercio internacional. Sus presidentes comandaron la destrucción de Afganistán (Reagan-Carter), Irak (Bush), Libia y Siria (Obama). Esa devastación incluyó aterradoras masacres, que implicaron 220.000 muertos en el primer país, 650.000 en el segundo y 250.000 en el cuarto.

En los últimos seis años el principal objetivo político de esa sangría fue el aplastamiento de la primavera árabe. Las revueltas fueron sofocadas mediante dictaduras (Egipto, Siria), retornos al viejo régimen (Túnez), invasiones (Libia) y masacres yihadistas (Siria).

Es evidente el protagonismo imperial en esa demolición. Pero Estados Unidos no actúa solo. Mantiene una estrecha conexión con tres potencias de la región (Turquía, Arabia Saudita e Israel) y oscila entre la amenaza y la negociación con otro contendiente decisivo (Irán). ¿Estos países operan como fuerzas subimperiales?

Acceder a los análisis en pdf

Publicado también en:

http://www.cctt.cl/nuevocorreo/2017/04/14/subimperialismo-revision-de-un-concepto-i-y-aplicacion-actual-ii/