I Conferencia Internacional de Estudos Críticos Asiáticos

Nos dias 22 – 25 de novembro, acontece na USP a I Conferência Internacional de Estudos Críticos Asiáticos.

Dia 25/11 às 20hs, no anfiteatro da hitsória (USP), a mesa:

“A crise da Ásia no contexto da crise geral do capital do século XX ao XXi.”

Palestrantes: Theotônio dos Santos (CEPPES, REGGEN, UERJ)

Aluísio Pampolha Bevilaqua (CEPPES, REGGEN)

Mediação: Lincoln Secco (FFLCH/USP)

No sabádo, os professores farão uma conversa sobre a TMD.

Evento Moniz Bandeira na USP

MONIZ BANDEIRA, 80 ANOS: POLÍTICA, RELAÇÕES INTERNACIONAIS E A REVOLUÇÃO BRASILEIRA

Luiz Alberto Moniz Bandeira, doutor em Ciência Política pela USP, é professor titular de história da política exterior do Brasil na Universidade de Brasília (aposentado). Foi professor-visitante nas universidades de Heidelberg, Colônia, Estocolmo, Buenos Aires, Nacional de Córdoba e Técnica de Lisboa. Com seu livro O caminho da revolução brasileira deu uma contribuição decisiva para os debates sobre o tema, junto a nomes como Nelson Werneck Sodré e Caio Prado Júnior. Foi eleito Intelectual do Ano de 2005 pela União Brasileira de Escritores (UBE), que lhe conferiu o Troféu Juca Pato por Formação do império americano: da guerra contra a Espanha à guerra no Iraque. É autor de mais de vinte obras, entre as quais, O ano vermelho: a revolução russa e seus reflexos no Brasil, O expansionismo brasileiro e a formação dos Estados na Bacia do Prata, Presença dos Estados Unidos no Brasil: dois séculos de história, A renúncia de Jânio Quadros e a crise pré-64, O poder operário em Cuba, Lenin: vida e obra, Brizola e o trabalhismo, Cartéis e desnacionalização: a experiência brasileira 1964-1974, O governo João Goulart: as lutas sociais no Brasil (1961-1964), As relações perigosas: Brasil-Estados Unidos (de Collor a Lula, 1990-2004), Fórmula para o caos: a derrubada de Salvador Allende, 1970-1973 e De Martí a Fidel: a revolução cubana e a América Latina.

Dia 4 de novembro, a partir das 14 horas
Auditório de História, USP

Palestrantes

Durval de Noronha Goyos (Presidente da União Brasileira de Escritores)
Samuel Pinheiro Guimarães (Ex-Secretário-Geral do Itamaraty)
Osvaldo Coggiola (Chefe do Depto. de História da USP)
Milton Pinheiro (Professor da UNEB)
Paulo Barsotti (Professor da FGV-SP)
Regina Gadelha (Professora da PUC)

Organização e coordenação

Luiz Bernardo Pericás

Monitoria

Deni Rubbo e Luccas Eduardo Maldonado

Apoio

Revista Margem Esquerda – Instituto Caio Prado Júnior – Revista Novos Temas – Revista Epígrafe – Boitempo Editorial

Em anexo, cartaz do evento.

Cartaz_Moniz_Bandeira (pptx)

Cartaz_Moniz_Bandeira( em pdf)

80 anos Revolução Espanhola – USP

Simpósio 80 anos da Revolução Espanhola

9 a 11 de Novembro

Dia 9 de novembro (QUARTA-FEIRA)

Anfiteatro Geografia

14hO internacionalismo na revolução espanhola

Revolução e contrarrevolução na Espanha

Sean Purdy (História – USP)

O Brasil e as brigadas internacionais

Fernando Camargo (UF Tocantins)

A Catalunha revolucionária

Antônio Rago (História PUC-SP)

17h30 – Documentário: Barricadas en Barcelona. Documental sobre las jornadas de Mayo de 1937

(sala de vídeo da História)

19h30 – O movimento operário e a luta antifascista

Conferência “Barricadas en Barcelona”

Luís Gonzáles Sanz (Universidad de Sevilla)

Coordenação e comentários:

Everaldo Andrade (USP)

Dia 10 de novembro (QUINTA-FEIRA)

Anfiteatro Geografia

14h00 – Cultura e a revolução

Guernica de Picasso

Francisco Alambert (História – USP)

O exílio republicano e a edição de livros na Argentina e no México

Gabriela Pelegrino Soares (USP)

17h00

Projeção do filme Terra e Liberdade de Ken Loach (sala de vídeo da História)

Anfiteatro História

19h30 – A Europa frente à revolução espanhola

As relações de Brecht com a guerra civil espanhola

Tercio Redondo (Letras – USP)

Trotsky e a Espanha revolucionária

Osvaldo Coggiola (História – USP)

A URSS e a guerra civil

José Mao Júnior (IFECT-SP)

Dia 11 de novembro (sexta-feira)

Anfiteatro Geografia

14h00 – A Espanha revolucionária, o Brasil e a América Latina

Ecos da guerra civil espanhola no Brasil

José Carlos Sebe Meihy (História – USP)

Palavras como balas: imprensa e intelectuais antifascistas no Cone Sul, 1933-1939

Ângela Meirelles de Oliveira (pos-doc USP)

Coordenação e comentários:

Luís Bernardo Pericás (História – USP)

18h30 – A internacionalização da revolução

O Pavilhão Espanhol na Expo de 1937, em Paris: a encruzilhada entre ética e estética no contexto da Guerra e do Pós-guerra Civil Espanhola

Margareth Santos (Letras USP)

O Left Book Club de Londres e a transformação da Guerra civil espanhola como causa transnacional

Mateus Cardoso da Silva (USP)

A diplomacia brasileira e a guerra civil

Ismara Izepe de Souza (Unifesp)

Promoção:

Departamento de História USP

Programa de pós-graduação em História Econômica

LEPHE (Laboratório de Economia Politica e História Econômica)

Prorrogação do prazo para envio de Trabalhos cadernos Cemarx – Dossiê Ruy Mauro Marini

O prazo de envio de trabalhos para o próximo número do Cadernos Cemarx foi prorrogado até 02 de outubro.

Como estamos com problemas no site da revista, os trabalhos estão sendo recebidos exclusivamente pelo e-mail: cadernoscemarx.

As normas para publicação seguem em anexo.

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A 40 anos de Dialética da dependência – Livro a partir de Seminário no México

Em março de 2013 o Seminário de Teoria do Desenvolvimento do Instituto de Investigaciones Económicas da UNAM realizou um encontro internacional titulado “A 40 años de Dialéctica de la dependencia”, visando a discutir a obra de Ruy Mauro Marini, considerada a proposta teórica mais acabada da teoria marxista da dependência. Desde sua publicação em 1973, Dialética da dependência suscitou enorme interesse e debate entre intelectuais de diversas correntes teóricas e políticas, dado que os temas do subdesenvolvimento e do caráter dependente do capitalismo na América Latina emergiram não apenas como problemas de pesquisa, mas como temas ligados a propostas sobre as tarefas políticas para transformar a ordem social existente.

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Crítica Marxista: lançada versão digital do número 40

A equipe de Crítica Marxista tornou disponível o número 40 da revista: http://www.ifch.unicamp.br/criticamarxista

Para acessar o número 40, basta entrar no site de Crítica Marxista e clicar no botão COLEÇÃO DA REVISTA ou no botão EDIÇÕES ANTERIORES.
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III Jornada Nicos Poulantzas – Chamada de Trabalhos

Chamada de trabalhos
III Jornada Nicos Poulantzas – Brasil

Prazo para resumos: 31 de agosto de 2016.
Prazo para textos completos: 30 de setembro de 2016.

A III Jornada Nicos Poulantzas realizar-se-á em Campinas – SP, no Centro de Estudos Marxistas (Cemarx) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), entre os dias 16 e 18 de novembro de 2016.
A III Jornada conta com o apoio do NEILS – Núcleo de Estudos de Ideologia e Lutas Sociais (PUC-SP) e do GEPAL – Grupo de Estudos de Política da América Latina (UEL-PR).

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El Surgimiento De Las Teorías De La Dependencia

Claudio Katz[1]

Las Teorías de Dependencia se desenvolvieron en los años 60-70 en torno a tres vertientes. Ruy Mauro Marini, Theotonio Dos Santos y Vania Bambirra postularon una concepción marxista, que fue complementada por la visión metrópoli-satélite de André Gunder Frank. Ambas miradas confrontaron con la tesis del desarrollo asociado dependiente que propuso Fernando Henrique Cardoso. ¿Cuáles fueron sus divergencias?

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O processo de dominação política no Equador

No livro O processo de dominação política no Equador, quinto volume da coleção Pátria Grande da editora Insular, Agustín Cueva exibe a força da interpretação marxista da realidade equatoriana e a potência teórica e duradoura do caminho inaugurado por José Carlos Mariátegui nos anos 30 do século XX. É fecunda a interpretação de Cueva sobre o conflito político no Equador, revelando agudo conhecimento dos clássicos do marxismo e, na mesma medida, dos autores da tradição do  pensamento crítico latino-americano.

O caudilhismo, o populismo, o nacionalismo, sempre escrutinados pela superficialidade e carga ideológica da sociologia dominante, são tratados com extremo talento, devidamente articulados a partir do conflito de classes e a busca permanente e acidentada da hegemonia burguesa equatoriana. Os fenômenos históricos, como o varguismo,
o peronismo, o cardenismo e o velasquismo, são compreendidos como resultado de um enorme conflito de classe que ainda não encontrou uma solução socialista em nenhum dos grandes países da América Latina.

Fonte: site da editora Insular

O processo de dominacao politica no Equador

Ficha técnica
Título: O processo de dominação política no Equador
Autor: Agustín Cueva
Tradutor: Fernando Correa Prado
Editora: Insular
Ano da publicação: 2016
Páginas: 272
Preço: R$ 48,00

BRICS na África – Mais do Mesmo?

Brics na África: Mais do Mesmo? Pesquisa do Pacs compara acordos de investimentos com países africanos

 

Formado no contexto da crise financeira internacional, o grupo de países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) surgiu como esperança de uma alternativa contra-hegemônica do Sul global frente às potências mundiais. Mas como se portam as empresas de países emergentes quando atuam em países empobrecidos do continente africano? Esse é o mote da mais recente investigação lançada pelo Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (Pacs): “Brics na África: Mais do Mesmo?”.

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