El Surgimiento De Las Teorías De La Dependencia

Claudio Katz[1]

Las Teorías de Dependencia se desenvolvieron en los años 60-70 en torno a tres vertientes. Ruy Mauro Marini, Theotonio Dos Santos y Vania Bambirra postularon una concepción marxista, que fue complementada por la visión metrópoli-satélite de André Gunder Frank. Ambas miradas confrontaron con la tesis del desarrollo asociado dependiente que propuso Fernando Henrique Cardoso. ¿Cuáles fueron sus divergencias?

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O processo de dominação política no Equador

No livro O processo de dominação política no Equador, quinto volume da coleção Pátria Grande da editora Insular, Agustín Cueva exibe a força da interpretação marxista da realidade equatoriana e a potência teórica e duradoura do caminho inaugurado por José Carlos Mariátegui nos anos 30 do século XX. É fecunda a interpretação de Cueva sobre o conflito político no Equador, revelando agudo conhecimento dos clássicos do marxismo e, na mesma medida, dos autores da tradição do  pensamento crítico latino-americano.

O caudilhismo, o populismo, o nacionalismo, sempre escrutinados pela superficialidade e carga ideológica da sociologia dominante, são tratados com extremo talento, devidamente articulados a partir do conflito de classes e a busca permanente e acidentada da hegemonia burguesa equatoriana. Os fenômenos históricos, como o varguismo,
o peronismo, o cardenismo e o velasquismo, são compreendidos como resultado de um enorme conflito de classe que ainda não encontrou uma solução socialista em nenhum dos grandes países da América Latina.

Fonte: site da editora Insular

O processo de dominacao politica no Equador

Ficha técnica
Título: O processo de dominação política no Equador
Autor: Agustín Cueva
Tradutor: Fernando Correa Prado
Editora: Insular
Ano da publicação: 2016
Páginas: 272
Preço: R$ 48,00

BRICS na África – Mais do Mesmo?

Brics na África: Mais do Mesmo? Pesquisa do Pacs compara acordos de investimentos com países africanos

 

Formado no contexto da crise financeira internacional, o grupo de países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) surgiu como esperança de uma alternativa contra-hegemônica do Sul global frente às potências mundiais. Mas como se portam as empresas de países emergentes quando atuam em países empobrecidos do continente africano? Esse é o mote da mais recente investigação lançada pelo Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (Pacs): “Brics na África: Mais do Mesmo?”.

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II Seminário Antonio Gramsci na Unirio – 9 de junho de 2015


Convidamos a todas e todos a participar do II Seminário Antonio Gramsci: as novas configurações do Estado ampliado brasileiro. Na mesa teremos a presença dos palestrantes Lúcia Neves (UFF) e Mauro Iasi (UFRJ).

O seminário será realizado no dia 09 de junho, terça-feira, às 18h, no auditório Vera Janacopulos (campus da reitoria da Unirio, localizado na Av. Pasteur 298, Praia Vermelha). O seminário é gratuito e não é preciso fazer inscrição prévia. Os organizadores emitirão certificado de participação.