Dossiê sobre crise política no Brasil em 2016

(republicado de marxismo21.org)

Os editores do blog Marxismo21 reuniram um dossiê, que, em seus próprios termos:

Buscando contribuir para a pesquisa e o debate sobre a atual conjuntura política brasileira – configurada pelo processo de impeachment contra o governo da presidente Dilma Rousseff –, a Editoria de marxismo21 organizou o presente dossiê. Nele são divulgadas diferentes matérias: Resoluções de partidos políticos e Notas de movimentos sociais e de entidades culturais de esquerda; textos de acadêmicos e jornalistas (do Brasil e exterior); o debate institucional que implicou o impeachment do governo Dilma Rousseff, entrevistas e vídeos. A observar que, em meados de março, a Editoria do blog divulgou pela internet uma Nota “Em defesa da democracia”, questionando a ação golpista da direita ainda em curso no país.

Pela valiosa colaboração à organização deste dossiê, somos gratos a Adriano Nascimento, Augusto Buonicore, Lívia Moraes, Maria Orlanda Pinassi, Milton Pinheiro e Paulo Denisar – membros do Conselho Consultivo de marxismo21.

2 junho de 2016

Editoria

 

Veja o dossiê completo em: http://marxismo21.org/crise-politica-no-brasil/

BRICS na África – Mais do Mesmo?

Brics na África: Mais do Mesmo? Pesquisa do Pacs compara acordos de investimentos com países africanos

 

Formado no contexto da crise financeira internacional, o grupo de países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) surgiu como esperança de uma alternativa contra-hegemônica do Sul global frente às potências mundiais. Mas como se portam as empresas de países emergentes quando atuam em países empobrecidos do continente africano? Esse é o mote da mais recente investigação lançada pelo Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (Pacs): “Brics na África: Mais do Mesmo?”.

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II Seminário Antonio Gramsci na Unirio – 9 de junho de 2015


Convidamos a todas e todos a participar do II Seminário Antonio Gramsci: as novas configurações do Estado ampliado brasileiro. Na mesa teremos a presença dos palestrantes Lúcia Neves (UFF) e Mauro Iasi (UFRJ).

O seminário será realizado no dia 09 de junho, terça-feira, às 18h, no auditório Vera Janacopulos (campus da reitoria da Unirio, localizado na Av. Pasteur 298, Praia Vermelha). O seminário é gratuito e não é preciso fazer inscrição prévia. Os organizadores emitirão certificado de participação.

I Encuentro del Seminario Anual Conflicto, Acumulacion y Hegemonía – análisis de clases y movimientos s ociales


SEMINARIO ANUAL

CONFLICTO, ACUMULACIÓN Y HEGEMONÍA

Primer encuentro:

"Análisis de clases
y movimientos sociales: enfoques dinámicos y posclásicos"

Dr. Marcelo Gómez

Miércoles 27 de mayo, 10 hs, sala 10 del Dpto. de Economía y Administración, UNQ
Roque Sáenz Peña 352, Bernal

Organiza:

en el

:

Auspicia:

Red y Revista Theomai

Estudios Críticos sobre Sociedad y Desarrollo

Lançamento – O Estado no Centro da Mundialização – Jaime Osorio

Exibindo O Estado no centro da mundialização.jpgExibindo O Estado no centro da mundialização.jpgExibindo O Estado no centro da mundialização.jpgLançamento do Livro :  “O ESTADO NO CENTRO DA MUNDIALIZAÇÃO: A  SOCIEDADE CIVIL E O TEMA DO PODER”, de Jaime Osorio.

Já com várias edições mexicanas pela Fondo de Cultura Económica, a obra foi agora lançada pela Outras Expressões, ligada à Expressão Popular, fruto de uma articulação realizada por participantes do GT-TMD; a tarefa de traduzi-la ficou a cargo de Fernando Prado.

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Entrevista de Jaime Osorio (Revista Filosofia, 2012)

Entrevista – Revista Filosofia
Marxismo para a América Latina

O pensador chileno Jaime Osorio, um dos principais defensores da Teoria Marxista da Dependência, fala à revista sobre capitalismo, dependência, crise econômica e as alternativas de poder para a esquerda latino-americana

Por Matheus Moura* e Gustavo Henrique Ferreira** Tradução Matheus Moura

Disponível em http://filosofia.uol.com.br/filosofia/ideologia-sabedoria/40/artigo277324-1.asp

Durante o mês de agosto de 2012, Jaime Osorio, expoente da Teoria Marxista da Dependência (TMD), participou de uma série de palestras em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. O convite partiu do Grupo de Estudos em História Econômica da Dependência Latino-Americana (Hedla-UFRGS), e fez parte da programação do Seminário Internacional "A teoria marxista da dependência e o capitalismo latino-americano no século 21". Além do evento, a presença de Osorio foi motivada pela editora Boitempo, que publicou o mais novo livro do pesquisador, organizado ao lado de Carla Ferreira (UFRGS) e Mathias Seibel Luce (UFRGS), chamado Padrão de Reprodução do Capital: Contribuições da Teoria Marxista da Dependência.
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II ENCONTRO INTERNACIONAL TEORIA DO VALOR TRABALHO E CIÊNCIAS SOCIAIS

II ENCONTRO INTERNACIONAL TEORIA DO VALOR TRABALHO E CIÊNCIAS SOCIAIS
16 e 17 de outubro de 2014
Universidade de Brasília – UnB
Campus Darcy Ribeiro
Sessões de Comunicações:
Serão selecionados 5 trabalhos por sessão de comunicação
Eixos Temáticos:
São bem viChamada II TVT CiSo 2014ndos trabalhos que tratem das seguintes temáticas:
Tema 1 – Teoria do Valor Trabalho e Crise;
Tema 2 – Desenvolvimento capitalista do Brasil e Teoria do Valor Trabalho;
Tema 3 – Financeirização, capital fictício e Teoria do Valor Trabalho;
Tema 4 – Questão Social e Teoria do Valor Trabalho;
Tema 5 – Trabalho material e imaterial
Tema 6 – Teoria do Valor, intensidade do trabalho e mais valia
Tema 7 – Teoria do Valor e Teoria da Dependência
Tema 8 – Teoria do Valor Trabalho e Ciências Sociais

Cronograma

Submissão das comunicações de 01 de maio até 30 de junho de 2014
Divulgação das comunicações aprovadas até 15 de agosto de 2014.

Orientações para as apresentações de trabalhos

As comunicações deverão ter a extensão de 12 mil a 18 mil toques, contendo i) título da comunicação, ii) nome do(s) autor(es), iii) filiação institucional do(s) autor(es), iv) resumo com até 900 toques e v) até três palavras-chave. As comunicações deverão ser enviadas unicamente em formato MS Word (doc ou docx) para o correio eletrônico unb.gept@gmail.com
Valor das Inscrições:
Apresentação de comunicações = R$ 50,00
Ouvintes que desejem certificado de participação = R$ 20,00
Organização:
Grupo de Estudos e Pesquisa do Trabalho – GEPT/UnB
Maiores Informações
Fábio Marvulle Bueno
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Brasil de Fato – Uma visão Popular do Brasil e do Mundo
http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia
Editora Expressão Popular – Livros bons, de boa qualidade e a preço de custo
http://www.expressaopopular.com.br/loja/

Jornadas Bolivarianas de 2014 discutem a Teoria da Dependência

(retransmitido de http://www.iela.ufsc.br/?page=noticia&id=2435)

Jornadas Bolivarianas de 2014 discutem a Teoria da Dependência
Por elaine tavares e nildo ouriques


05.12.2013  – Já está definido o tema para a histórica edição das Jornadas Bolivarianas, que em 2014 completa 10 anos de realização. Será a celebração dos 40 anos da Teoria Marxista da Dependência, uma perspectiva do desenvolvimento que tem como principais teóricos Ruy Mauro Marini, Theotônio dos Santos e Vânia Bambirra, intelectuais brasileiros de vasta obra na área. Como essa foi uma teoria bastante obscurecida no Brasil por conta da ditadura militar, esses autores ficaram, aqui, esquecidos por décadas embora iluminassem a teoria do desenvolvimento e da dependência em toda América Latina. Nesse ano de 2014, ao cumprirem-se 40 anos dos primeiros escritos sobre esse tema, o Iela aprofunda a discussão e busca refletir sobre a validade dessa teoria em tempos de neodesenvolvimento.

A proposta de um Seminário Internacional Latino-americano – Jornadas Bolivarianas  –  nasceu em 2004 quando da criação do Observatório Latino-Americano, que dois anos depois se transformaria no Instituto de Estudos Latino-Americanos, o Iela. A intenção era, e segue sendo, debater em profundidade temas sobre a política, economia, cultura e arte latino-americana que não estejam colocados na agenda hegemônica do saber oficial. Foi assim que, quando poucas universidades ousavam discutir América Latina, o então OLA abriu essa fecunda década de debates problematizando as novidades políticas que nasciam na Venezuela sob o comando de Hugo Chávez. A partir daí, debateu o mapa da crise nas Ciências Sociais, a insurgência do pensamento crítico, a ideia de nação e nacionalismo, a política dos Estados Unidos para a América Latina, o socialismo no nosso continente, as políticas culturais imperialistas, o Caribe e os Megaeventos esportivos.

Cumpridos 10 anos de existência desse seminário, nada mais oportuno, então, do que discutir essa teoria, nascida brasileira, que foi tão vilipendiada nas universidades e nos centros de saber do país. Em tempos de incensamento de um novo desenvolvimentismo e crescimento econômico, as categorias de análise da Teoria da Dependência serão colocadas na mesa, para compreensão de sua validade e dos seus limites.

O tema das Jornadas Bolivarianas  – X Edição

A hegemonia do desenvolvimentismo (neodesenvolvimentismo) nas ciências sociais é produto da nova orientação do Estado brasileiro na última década. O projeto neoliberal foi gradualmente sendo superado em favor de um projeto cujos principais defensores denominam “neodesenvolvimentismo”. Essa proposta não somente dita as políticas públicas como também impõem uma agenda teórica para as universidades públicas. Assim, em função da força que o tradicional desenvolvimentismo ganhou na sociedade brasileira sob a roupagem de “neodesenvolvimentismo”, a crítica à teoria dominante ganhou relevância na medida em que resurgiu com idêntica vitalidade a teoria marxista da dependência (TMD), corrente teórica nascida na década de sessenta que seguiu produzindo resultados até os dias atuais, ainda que com menor visibilidade pública.

Contudo, o novo ambiente intelectual que assomou com força na América Latina a partir da superação das política neoliberais e especialmente após a grande crise financeira vivida pelos países centrais a partir de 2007/2008, permitiu que a teoria marxista da dependência retomasse o protagonismo nas ciências sociais. Por esta razão, nasceram também muitos grupos de pesquisa amparados por essa teoria em várias universidades brasileiras.

A Sociedade Brasileira de Economia Política, uma das grandes sociedades científicas no campo da economia brasileira, criou um Grupo de Trabalho (GT) sobre a TMD e já realizou dois encontros nacionais. Estes eventos contaram com a presença de pesquisadores de 14 países latino-americanos que estudam sistematicamente a teoria marxista da dependência. O IPEA, órgão governamental decisivo na área de pesquisa aplicada em economia e políticas públicos criou cátedras de pesquisa entre as quais existe a Cátedra Ruy Mauro Marini, principal representante intelectual da teoria marxista da dependência. Esta dinâmica que a cada dia ganha maior relevância no meio universitário brasileiro conta também com a iniciativa pioneira do IELA na publicação da “Pátria Grande, Biblioteca do Pensamento Crítico Latino-Americano”, cujo primeiro volume divulga em nosso país, por primeira vez, a obra de Ruy Mauro Marini com imenso sucesso editorial (quarta edição em menos de 2 anos) e incluiu também a obra de Vânia Bambirra, outra destacada intelectual da TMD. Todas estas iniciativas exigem que o evento anual do Iela, as Jornadas Bolivarianas, se destine inteiramente ao debate sobre os novos aportes da teoria marxista da dependência no mundo universitário brasileiro, com a participação dos principais pesquisadores brasileiros da temática e também ilustres professores e intelectuais latino-americanos que acumularam experiência e conhecimento para o desenvolvimento de esta importante crítica ao desenvolvimentismo.

As Jornadas Bolivarianas acontecem de 9 a 11 de abril de 2014, na Universidade Federal de Santa Catarina, e marcarão uma década de profundo e vital debate sobre a realidade latino-americana

Curso “Superexploração do Trabalho e o capitalismo dependente na América Latina”

Repassamos a chamada ao curso de extensão “A superexploração do trabalho e o capitalismo dependente na América Latina”:

Curso de Extensão "A superexploração do Trabalho e o capitalismo dependente na América Latina"
Curso de Extensão “A superexploração do Trabalho e o capitalismo dependente na América Latina”

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