A teoria da dependência, 20 anos depois de Ruy Mauro Marini

Publicado originalmente em: https://blogdaboitempo.com.br/2017/07/13/a-teoria-da-dependencia-20-anos-depois-de-ruy-mauro-marini/

Por Carlos Eduardo Martins.

Por que liberais e fascistas se uniram para impor barreiras à atividade intelectual de Ruy Mauro Marini e à divulgação de sua obra? Que consensos o autor desafiou? Passados 20 anos de sua morte, como avaliar o legado da sua obra?

 

Este mês completa-se 20 anos da morte de Ruy Mauro Marini, um dos principais expoentes do pensamento crítico e do marxismo latino-americano. Ele foi um dos mais destacados formuladores da teoria marxista da dependência e dedicou sua vida à luta teórica e prática contra o desenvolvimento da economia mundial capitalista e as principais formas em que se manifestava – as estruturas excludentes do capitalismo periférico e o imperialismo –, vendo no socialismo a principal forma de enfrentá-los e superá-los.

Breve resumo da vida e obra de Ruy Mauro Marini

Dirigente da POLOP e do MIR chileno, sofreu diversos exílios e ostracismos.
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La teoría marxista de la dependencia revisitada

Publicado el 22/03/2017 por Jaime Osorio

I Frente a la dificultad de ofrecer una respuesta sobre las particularidades del capitalismo en América Latina, el camino asumido por corrientes diversas en el seno del marxismo es considerarlo un capitalismo “joven”, o “atrasado”, teniendo como modelo el capitalismo industrial y desarrollado, con lo que acelerando su “madurez” se considera contar con una solución al atraso. De esta forma se elude explicar los procesos que lo atraviesan y de manera reactiva se cuestiona aquello que se aleje del modelo asumido. Aquí discutiremos estas posiciones, y otros equívocos recurrentes, para destacar que el capitalismo dependiente latinoamericano es una forma original de capitalismo, plenamente madura, y que la dinámica de reproducción que genera no sólo no lo acerca, sino que lo aleja de las rutas seguidas por el capitalismo desarrollado.

II

Para diversas corrientes marxistas, el sistema mundial capitalista debe ser concebido como el espacio en donde operan economías con diversos niveles de desarrollo científico y tecnológico, con diversas composiciones orgánicas de capital y diferentes niveles de productividad1. Esto explicaría que unas economías sean desarrolladas y que otras permanezcan en el subdesarrollo. Pero esto no deja de ser una constatación de lo inmediato, de lo perceptible. Así es como el capitalismo se manifiesta.  Continue lendo “La teoría marxista de la dependencia revisitada”

REBELA – Revista Brasileira de Estudos Latino-Americanos publica nova edição

A REBELA – Revista Brasileira de Estudos
Latino-Americanos acaba de publicar seu último número, disponível em
http://www.iela.ufsc.br/rebela/revista/volume-6-numero-2-2016.

A REBELA é um trabalho conjunto do Instituto de Estudos Latino-Americanos,
da UFSC, e o Grupo de Pesquisa Organização & Práxis Libertadora, da
UFRGS.
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Debate atual sobre a teoria da superexploração travado na Revista da SEP

Um importante debate sobre a teoria da superexploração está sendo travado na Revista da SEP, com os artigos na sequência.

O debate gira em torno da compatibilidade dessa teoria de Marini com a teoria de Marx e é uma excelente oportunidade para pesquisadores próximos ou vinculados à temática da TMD aprofundar seus estudos e revisitar Marx.

http://revista.sep.org.br/index.php/SEP/article/view/108
[Teoria da exploração e da superexploração da força de trabalho em O capit
al (Livro I) de Marx – Carlos Alves do Nascimento, Fernando Frota Dillenburg, Fábio Maia Sobral]

http://revista.sep.org.br/index.php/SEP/article/view/192
[Uma teoria da superexploração da força de trabalho em Marx? Um Marx que nem mesmo ele tinha percebido – Hugo Figueira Corrêa, Marcelo Dias Carcanholo]

http://revista.sep.org.br/index.php/SEP/article/view/246
[Capital: um drama para ser lido, relido e… ouvido – Carlos Alves do Nascimento, Fernando Frota Dillenburg, Fábio Maia Sobral]

 

(texto original de Tiago Camarinha Lopes)

Capitalismo dependente: os três golpes contra o povo brasileiro

Por Miguel Borba de Sá | Instituto PACS e rede Jubileu Sul Brasil

Após ser eleita em 2010 para a Presidência da República e figurar na capa da revista Forbes em setembro de 2012 como símbolo (capitalista) de mulher em posição de poder mundiali, Dilma Rousseff (PT) tornou-se, em menos de dois anos, alvo de intensa campanha midiática de difamação, cujo objetivo declarado era culpá-la pela suposta “mais grave crise econômica da história do país”ii.

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Obras de Gregorio Selser sobre o imperialismo e as intervençoes economicas e militares dos Estados unidos em ou tros paises. 1776-1990

O jornalista argentino Gregorio Selser (1922/Buenos Aires – 1991/México) é considerado o maior pesquisador sobre o imperialismo dos Estados Unidos e suas intervenções econômicas e militares em outros países.

Na década de 70 amargou o exílio no México, onde se vinculou ao muindo acadêmico até falecer em 1991. Deixou uma obra fantástica.

Agora seu legado tornou-se disponível nos Arquivos da Universidade Autônoma do México, e em formato digital.
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El Surgimiento De Las Teorías De La Dependencia

Claudio Katz[1]

Las Teorías de Dependencia se desenvolvieron en los años 60-70 en torno a tres vertientes. Ruy Mauro Marini, Theotonio Dos Santos y Vania Bambirra postularon una concepción marxista, que fue complementada por la visión metrópoli-satélite de André Gunder Frank. Ambas miradas confrontaron con la tesis del desarrollo asociado dependiente que propuso Fernando Henrique Cardoso. ¿Cuáles fueron sus divergencias?

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Livro: Dependência e Marxismo: contribuições ao debate crítico latino-americano (Raphael Seabra)

Será lançado em breve o livro “Dependência e Marxismo: contribuições ao debate crítico latino-americano”, organizado por Raphael Lana Seabra, Doutor em Sociologia e Professor de História Contemporânea do Centro Universitário de Brasília. O livro estará disponível para venda em alguns dias.

A obra contém alguns textos de difícil acesso – no caso de Marco Ingrosso e Cristóbal Kay – e traduzidos por Raphael Lana Seabra, outros inéditos, como o de Fábio Marvulle Bueno, texto de orelha de Fernando Correa Prado e de quarta capa de Carlos Eduardo Martins.
O livro tem 260 páginas.

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